Ifrs 2 Stock Options




Ifrs 2 Stock OptionsBrand Valuation News Avaliacao de opcoes de acoes de empregados sob IFRS 2 A IFRS 2, Pagamento baseado em acoes exige que as empresas avaliem o valor justo das opcoes de acoes de empregados concedidas aos funcionarios, como este artigo explica. Introducao a avaliacao de opcoes de acoes de empregados de acordo com o IFRS 2 O IFRS 2, Pagamento baseado em acoes exige que as empresas em conformidade avaliem o valor justo das opcoes de acoes do empregado concedidas aos empregados e reconhecam esse valor como uma despesa. Neste artigo, apresentamos os elementos-chave da avaliacao de opcoes de acoes de empregados sob IFRS 2, Pagamento baseado em acoes. Uma opcao refere-se ao direito de comprar ou vender um ativo, ou de receber um pagamento, em uma data futura, por um preco especificado. A opcao de acao do empregado e um direito e nao uma obrigacao, entao o proprietario de uma opcao de acoes optara por nao exercer a opcao se nao for rentavel faze-lo. Uma opcao lsquocallrsquo e o direito de comprar um ativo, e uma opcao lsquoputrsquo e o direito de vender uma opcao. Opcoes de acoes do empregado sao muitas vezes, mas nem sempre, opcoes de compra sobre as acoes da empresa empregadora. Avaliacao de opcoes de acoes de empregados sob IFRS 2, Pagamento baseado em acoes O valor justo de uma opcao de acordo com o IFRS 2, Pagamento baseado em acoes e ldquohellip o valor pelo qual a opcao poderia ser trocada, um passivo liquidado ou um instrumento patrimonial concedido poderia ser trocado, Entre partes conhecedoras e dispostas a isso, numa transaccao de comprimento de mercado. rdquo A avaliacao de opcoes de compra de accoes de empregados que sao liquidadas em numerario e diferente da avaliacao de opcoes de accoes de empregados que sao liquidadas por capital proprio ou onde existe uma opcao de liquidacao por parte do Emitente ou detentor de opcoes. O IFRS 2, Pagamento baseado em acoes exige que o valor justo das opcoes consideradas como liquidadas em caixa seja atualizado em cada data de relatorio. Se as opcoes de compra de acoes para empregados forem consideradas liquidadas no IFRS 2, o Pagamento Baseado em Acoes exige que as empresas conformes avaliem o valor justo das opcoes de acoes do empregado concedidas aos empregados somente na data em que sao concedidas. As empresas devem, entao, reconhecer o valor justo agregado da opcao de compra de acoes do empregado para a melhor estimativa do numero de opcoes liquidadas por acoes esperadas para adquirir. A despesa total sera, portanto, baseada no numero de instrumentos de capital que eventualmente vencido, dada a seguinte formula: Valor justo x Numero esperado investir O numero esperado para investir pode ser revisto se informacoes subsequentes indicarem que o numero esperado para investir difere das estimativas anteriores . Ajustes podem ser feitos, se necessario, para a despesa registrada em exercicios subsequentes demonstracoes financeiras. Como a componente de valor justo da despesa de valor da opcao de compra de acoes do empregado nao e atualizada, e importante determinar esse valor corretamente e com exatidao e precisao. A chave para se chegar a uma avaliacao correta da opcao de acoes dos empregados e considerar todas as premissas relevantes e materiais e, em seguida, escolher um modelo de avaliacao para determinar o valor justo que reflete essas premissas. Condicoes de Vesting segundo a IFRS 2, Pagamento Baseado em Acoes As condicoes de Vesting sao condicoes que devem ser satisfeitas para que o empregado tenha direito a receber o direito de exercer opcoes outorgadas e, portanto, pode ter um impacto substancial no valor da opcao. As condicoes de aquisicao incluem condicoes de servico que exigem que o funcionario conclua um periodo de servico especificado e condicoes de desempenho que exigem que metas de desempenho especificadas sejam atingidas (como um aumento especificado no lucro da empresa durante um periodo de tempo especificado). Se as opcoes de acoes de empregados concedidas forem adquiridas imediatamente, a despesa deve ser reconhecida na integra. Se as opcoes de compra de acoes para empregados nao forem adquiridas imediatamente, a empresa presumira que os servicos a serem prestados (em troca da recepcao das opcoes concedidas) serao recebidos durante o periodo de aquisicao, com a despesa distribuida uniformemente durante o periodo de aquisicao. O IFRS 2, Pagamento baseado em acoes diferencia o tratamento das condicoes de desempenho e de aquisicao de mercado e nao mercantis. As condicoes de aquisicao do mercado sao aquelas relacionadas ao preco de mercado do patrimonio de uma entidade, como atingir um preco de acao especificado ou um objetivo especifico com base na comparacao do preco da acao da entidade com um indice de precos das acoes de outras entidades. As condicoes de desempenho baseadas no mercado devem ser levadas em conta na determinacao do valor justo. As condicoes de aquisicao nao mercantis, tais como metas de lucros ou ofertas publicas de acoes, nao podem ser consideradas ao estimar o valor justo de instrumentos patrimoniais em uma avaliacao de opcoes de acoes de empregados. Em vez disso, as condicoes de aquisicao nao relacionadas com o mercado sao reflectidas pelo ajustamento do numero de instrumentos de capital proprio que se espera que sejam adquiridos. Resumo Em suas exigencias, a intencao do IFRS 2, Pagamento baseado em acoes e equiparar o servico prestado pelos funcionarios com a despesa de sua remuneracao. No caso de opcoes de acoes de empregados, o valor desta compensacao e normalmente contingente em servicos prestados e outros elementos. Se voce quiser obter mais informacoes sobre um determinado tema de avaliacao de marca, por favor, ligue para 44 (0) 20 7089 9236 ou envie-nos um e-mail. Alem disso, confira IP Review para uma rodada mensal de noticias relacionadas com IP. Por Cobbetts para Cosmopolitans: escritorios de advocacia sao como coqueteis, afirma a pesquisa de marca As empresas juridicas devem estar olhando para suas marcas para garantir o seu futuro Pequenas firmas de advocacia tem um Marca Advogados Journal: Um recurso de erro Innocent Brand avaliacao Noticias O Power 100, 2015 esta agora disponivel para download em www. drinkspowerbrands Em seu decimo ano, esta edicao tambem vai ter um olhar para tras as tendencias na ultima decada. XF611 Social Media Brand Valorizacao Noticias Copyright copy2003-2016 Intangivel Business Limited. Todos os direitos reservados Cookies neste site Nos usamos cookies para garantir que nos lhe damos a melhor experiencia em nosso site. Se voce continuar sem alterar suas configuracoes, bem supor que voce esta feliz em receber todos os cookies neste site. No entanto, se voce quiser, voce pode alterar suas configuracoes de cookie a qualquer momento clicando aqui. Voce pode ocultar esta declaracao clicando aqui. Este site usa cookies para fornecer um servico mais responsivo e personalizado. Ao usar este site, voce concorda com nosso uso de cookies. Leia nosso aviso de cookie para obter mais informacoes sobre os cookies que usamos e como exclui-los ou bloquea-los. A funcionalidade total do nosso site nao e suportada na versao do seu navegador ou voce pode ter o modo de compatibilidade selecionado. Desative o modo de compatibilidade, atualize seu navegador para pelo menos o Internet Explorer 9 ou tente usar outro navegador, como o Google Chrome ou o Mozilla Firefox. IAS Plus IAS mais IAS Plus IFRS 2 Pagamento baseado em acoes Quick Article Links Visao geral IFRS 2 Pagamento baseado em acoes requer que uma entidade reconheca transacoes de pagamento com base em acoes (tais como acoes concedidas, opcoes de acoes ou direitos de apreciacao de acoes) em suas demonstracoes financeiras , Incluindo transacoes com funcionarios ou outras partes a serem liquidadas em dinheiro, outros ativos ou instrumentos de capital da entidade. Requisitos especificos sao incluidos para operacoes de pagamento com base em acoes liquidadas e liquidadas em dinheiro, bem como aquelas em que a entidade ou fornecedor tem uma opcao de caixa ou instrumentos de capital proprio. O IFRS 2 foi originalmente emitido em Fevereiro de 2004 e aplicado pela primeira vez a periodos anuais com inicio em ou apos 1 de Janeiro de 2005. Historico do IFRS 2 G41 Documento de Discussao Contabilizacao de Pagamentos Baseados em Accoes publicado Prazo de resposta 31 Outubro 2000 Projecto adicionado ao IASB Historia do projecto IASB convida comentarios sobre o G41 Documento de Discussao Contabilidade para Pagamentos Baseados em Acoes Prazo para envio de comentarios 15 Dezembro 2001 Exposure Draft ED 2 Pagamento baseado em acoes publicado Prazo para comentario 7 Marco 2003 IFRS 2 Pagamento baseado em acoes emitido Eficaz para periodos anuais iniciados em ou apos 1? de janeiro de 2005 (Alteracoes a IFRS 2) Em vigor para periodos anuais com inicio em ou apos 1 de Janeiro de 2009 Alterado por Melhorias as IFRS (ambito da IFRS 2 e IFRS 3 revisto) Alterado por Condicoes de Vesting e Anulacoes Em vigor para periodos anuais com inicio em ou apos 1 de Julho de 2009 Alterado por Transaccoes de Pagamentos Baseados em Accoes com Liquidacao de Caixa do Grupo Efectivo para periodos anuais com inicio em ou apos 1 de Janeiro de 2010 Alterado por Melhorias Anuais as IFRS Ciclo 20102012 Periodos com inicio em ou apos 1 de Julho de 2014 Alterado por Classificacao e Medicao de Transaccoes de Pagamentos Baseadas em Accoes (Alteracoes a IFRS 2) Efectivo para periodos anuais com inicio em ou apos 1 de Janeiro de 2018 Alteracoes em apreciacao Resumo da IFRS 2 Em Junho de 2007, O Deloitte IFRS Global Office publicou uma versao atualizada do nosso Guia IAS Plus para o IFRS 2 Pagamento Baseado em Acoes 2007 (PDF 748k, 128 paginas). O guia nao apenas explica as disposicoes detalhadas do IFRS 2, mas tambem trata da sua aplicacao em muitas situacoes praticas. Devido a complexidade e variedade de premios de pagamento baseado em accoes na pratica, nem sempre e possivel ser definitivo quanto a resposta certa. No entanto, neste guia, a Deloitte compartilha com voce nossa abordagem para encontrar solucoes que acreditamos estarem de acordo com o objetivo da Norma. Edicao especial do nosso boletim IAS Plus Voce encontrara um resumo de quatro paginas do IFRS 2 em uma edicao especial do nosso boletim IAS Plus (PDF 49k). Definicao de pagamento baseado em acoes Um pagamento baseado em acoes e uma transacao em que a entidade recebe bens ou servicos como contraprestacao de seus instrumentos de capital ou por incorrer em passivos por valores baseados no preco das acoes de titularidade ou outros instrumentos de capital da entidade . Os requisitos contabeis para o pagamento baseado em acoes dependem de como a transacao sera liquidada, ou seja, pela emissao de (a) capital proprio, (b) caixa, (c) patrimonio liquido ou caixa. Escopo O conceito de pagamentos baseados em acoes e mais amplo do que as opcoes de acoes dos empregados. A IFRS 2 engloba a emissao de acoes, ou direitos de acoes, em troca de servicos e bens. Exemplos de itens incluidos no escopo da IFRS 2 sao direitos de valorizacao de acoes, planos de compra de acoes de empregados, planos de participacao em acoes de empregados, planos de opcao de acoes e planos onde a emissao de acoes (ou direitos de acoes) pode depender de mercado ou nao relacionado ao mercado Condicoes. O IFRS 2 aplica-se a todas as entidades. Nao ha isencao para entidades privadas ou menores. Alem disso, as subsidiarias que utilizam seus pais ou subsidiarias subsidiarias como contrapartida de bens ou servicos estao dentro do escopo da Norma. Existem duas isencoes ao principio do ambito geral: Em primeiro lugar, a emissao de accoes numa concentracao de actividades empresariais deve ser contabilizada ao abrigo da IFRS 3 Combinacoes de actividades empresariais. No entanto, deve-se ter cuidado para distinguir os pagamentos baseados em acoes relativos a aquisicao daqueles relacionados aos servicos continuados dos empregados. Em segundo lugar, a IFRS 2 nao trata de pagamentos baseados em acoes no ambito dos paragrafos 8-10 da IAS 32 Instrumentos Financeiros: Apresentacao. Ou os paragrafos 5-7 da IAS 39 Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuracao. Portanto, a IAS 32 e a IAS 39 devem ser aplicadas para contratos de derivativos baseados em commodities que possam ser liquidados em acoes ou direitos de acoes. O IFRS 2 nao se aplica a transacoes de pagamentos com base em acoes, exceto para a aquisicao de bens e servicos. Os dividendos de acoes, a compra de acoes em tesouraria e a emissao de acoes adicionais estao, portanto, fora de seu escopo. Reconhecimento e mensuracao A emissao de acoes ou direitos de acoes requer o aumento de um componente do patrimonio liquido. A IFRS 2 exige que a entrada de debito de compensacao seja passada como despesa quando o pagamento de bens ou servicos nao representa um ativo. A despesa deve ser reconhecida a medida que os bens ou servicos sao consumidos. Por exemplo, a emissao de acoes ou direitos de acoes para compra de estoque seria apresentado como um aumento no estoque e seria gasto apenas uma vez que o estoque e vendido ou prejudicado. Presume-se que a emissao de acoes inteiramente investidas, ou direitos a acoes, esteja relacionada ao servico passado, exigindo que o valor total do valor justo da data de concessao seja imediatamente reconhecido como despesa. Considera-se que a emissao de accoes a empregados com um periodo de aquisicao de direitos de tres anos, por exemplo, diz respeito a servicos durante o periodo de aquisicao de direitos. Portanto, o valor justo do pagamento baseado em acoes, determinado na data da concessao, deve ser gasto durante o periodo de aquisicao. Como principio geral, a despesa total relacionada aos pagamentos baseados em acoes liquidados em acoes sera igual ao multiplo do total de instrumentos que sao adquiridos e ao valor justo de data de concessao desses instrumentos. Em suma, ha truing up para refletir o que acontece durante o periodo vesting. No entanto, se o pagamento baseado em acoes liquidado em acoes tiver uma condicao de desempenho relacionada ao mercado, a despesa ainda seria reconhecida se todas as outras condicoes de aquisicao forem atendidas. O exemplo a seguir fornece uma ilustracao de um pagamento baseado em acoes com liquidacao de acoes tipico. Ilustracao Reconhecimento da opcao de subscricao de acoes de empregados A Companhia outorga um total de 100 opcoes de acoes a 10 membros de sua equipe de gerenciamento executivo (10 opcoes cada) em 1? de janeiro de 20X5. Estas opcoes sao adquiridas no final de um periodo de tres anos. A empresa determinou que cada opcao tem um valor justo na data de concessao igual a 15. A empresa espera que todas as 100 opcoes venham a ser adquiridas e, portanto, registra a seguinte entrada em 30 de junho 20X5 - o final de seu primeiro relatorio de seis meses interino periodo. Dr. Despesa com opcao de compra de acoes (90 15) 6 periodos 225 por periodo. 225 4 250250250 150 Dependendo do tipo de pagamento baseado em acoes, o valor justo pode ser determinado pelo valor das acoes ou direitos sobre as acoes desistidas, ou pelo valor dos bens ou servicos recebidos: Principio geral de mensuracao do valor justo. Em principio, as transaccoes em que bens ou servicos sao recebidos como contrapartida de instrumentos de capital da entidade devem ser mensuradas pelo justo valor dos bens ou servicos recebidos. Somente se o valor justo dos bens ou servicos nao puder ser mensurado de forma confiavel seria utilizado o valor justo dos instrumentos patrimoniais concedidos. Medicao de opcoes de acoes de empregados. Para as transacoes com funcionarios e outras pessoas que prestam servicos similares, a entidade deve mensurar o valor justo dos instrumentos de patrimonio concedidos, pois normalmente nao e possivel estimar de forma confiavel o valor justo dos servicos prestados pelos funcionarios. Quando medir o valor justo - opcoes. Para as transaccoes mensuradas ao justo valor dos instrumentos de capital proprio concedidos (tais como transaccoes com empregados), o justo valor deve ser estimado na data de concessao. Quando medir o valor justo - bens e servicos. Para as transacoes mensuradas pelo valor justo dos bens ou servicos recebidos, o valor justo deve ser estimado na data de recebimento desses bens ou servicos. Orientacao de medicao. Para os produtos ou servicos medidos por referencia ao justo valor dos instrumentos de capital proprio concedidos, o IFRS 2 especifica que, em geral, as condicoes de aquisicao nao sao tidas em conta aquando da estimativa do justo valor das accoes ou opcoes na data de mensuracao relevante acima). Em vez disso, as condicoes de aquisicao sao tidas em conta ajustando o numero de instrumentos de capital incluido na mensuracao do valor da transacao de modo que, em ultima instancia, o valor reconhecido para bens ou servicos recebidos como contrapartida dos instrumentos de patrimonio concedidos se baseie no numero de Instrumentos que acabam por ser adquiridos. Mais orientacao de medicao. A IFRS 2 exige que o justo valor dos instrumentos de capital proprio concedidos se baseie nos precos de mercado, se disponiveis, e para ter em conta os termos e condicoes em que esses instrumentos de capital foram concedidos. Na ausencia de precos de mercado, o valor justo e estimado usando uma tecnica de avaliacao para estimar qual o preco desses instrumentos de capital teria sido na data de mensuracao em uma transacao de comprimento de armas entre partes conhecedoras e dispostas. A norma nao especifica qual modelo especifico deve ser usado. Se o valor justo nao puder ser medido de forma confiavel. A IFRS 2 exige que a transacao de pagamento com base em acoes seja mensurada pelo valor justo para as entidades listadas e nao listadas. O IFRS 2 permite o uso do valor intrinseco (ou seja, o valor justo das acoes menos o preco de exercicio) nos casos raros em que o valor justo dos instrumentos de capital nao pode ser mensurado de forma confiavel. No entanto, isto nao e simplesmente medido na data da concessao. Uma entidade teria de reavaliar o valor intrinseco em cada data de relato ate a liquidacao final. Condicoes de desempenho. O IFRS 2 faz uma distincao entre o manejo de condicoes de desempenho baseadas no mercado e as condicoes de desempenho fora do mercado. As condicoes de mercado sao aquelas relacionadas ao preco de mercado de um patrimonio liquido, como a obtencao de um preco de acao especificado ou de um objetivo especifico com base na comparacao do preco da acao com um indice de precos das acoes de outras entidades. As condicoes de desempenho baseadas no mercado sao incluidas na mensuracao do valor justo da data de concessao (da mesma forma, as condicoes de nao aquisicao sao levadas em conta na mensuracao). No entanto, o justo valor dos instrumentos de capital proprio nao e ajustado para ter em consideracao caracteristicas de desempenho nao baseadas no mercado - estas sao em vez disso tidas em conta ajustando o numero de instrumentos de capital incluido na mensuracao da transaccao de pagamento com base em accoes e sao Ajustado a cada periodo ate o momento em que os instrumentos patrimoniais forem adquiridos. Nota: Melhorias Anuais as IFRSs 20102012 Ciclo altera as definicoes de condicao de aquisicao e condicao de mercado e adiciona definicoes de condicao de desempenho e condicao de servico (que anteriormente faziam parte da definicao de condicao de aquisicao). Modificacoes, cancelamentos e liquidacoes A determinacao de se uma alteracao nos termos e condicoes tem um efeito sobre o montante reconhecido depende se o valor justo dos novos instrumentos e maior Valor justo dos instrumentos originais (ambos determinados na data de modificacao). A modificacao dos termos em que os instrumentos de capital foram concedidos pode ter um efeito sobre a despesa que sera registrada. A IFRS 2 esclarece que as orientacoes sobre modificacoes tambem se aplicam a instrumentos modificados apos a data de aquisicao. Se o justo valor dos novos instrumentos for superior ao justo valor dos instrumentos antigos (por exemplo, atraves da reducao do preco de exercicio ou da emissao de instrumentos adicionais), o montante incremental e reconhecido ao longo do periodo de aquisicao restante de forma semelhante ao original quantidade. Se a modificacao ocorre apos o periodo de aquisicao, o montante incremental e reconhecido imediatamente. Se o valor justo dos novos instrumentos for inferior ao valor justo dos instrumentos antigos, o valor justo original dos instrumentos patrimoniais concedidos deve ser gasto como se a modificacao nunca tivesse ocorrido. O cancelamento ou liquidacao de instrumentos patrimoniais e contabilizado como uma aceleracao do periodo de aquisicao e, portanto, qualquer montante nao reconhecido que de outra forma teria sido debitado deve ser reconhecido imediatamente. Quaisquer pagamentos efetuados com o cancelamento ou liquidacao (ate o valor justo dos instrumentos de capital proprio) devem ser contabilizados como a recompra de uma participacao societaria. Qualquer pagamento superior ao justo valor dos instrumentos de capital proprio concedidos e reconhecido como uma despesa Os novos instrumentos de capital proprio concedidos podem ser identificados como uma substituicao de instrumentos de capital proprio anulados. Nesses casos, os instrumentos de capital de substituicao sao contabilizados como uma modificacao. O valor justo dos instrumentos de capital de substituicao e determinado na data da outorga, enquanto o valor justo dos instrumentos cancelados e determinado na data do cancelamento, menos os pagamentos em dinheiro no cancelamento que sao contabilizados como uma deducao do capital proprio. Divulgacao As divulgacoes exigidas incluem: a natureza ea extensao dos acordos de pagamento baseados em acoes que existiam durante o periodo, como o valor justo dos bens ou servicos recebidos, ou o valor justo dos instrumentos de capital concedidos, durante o periodo foi determinado o efeito da acao Sobre o resultado do exercicio e sobre a sua posicao financeira. Data de entrada em vigor A IFRS 2 entra em vigor para periodos anuais com inicio em ou apos 1 de Janeiro de 2005. A aplicacao antecipada e incentivada. Transicao Todos os pagamentos baseados em acoes liquidados com base em acoes concedidos apos 7 de novembro de 2002, que ainda nao tenham sido adquiridos na data de vigencia da IFRS 2, devem ser contabilizados usando as provisoes da IFRS 2. As entidades sao permitidas e incentivadas, mas nao exigidas, a aplicar IFRS a outras subvencoes de instrumentos de capital se (e somente se) a entidade tiver previamente divulgado publicamente o justo valor desses instrumentos de capital proprio determinados de acordo com a IFRS 2. As informacoes comparativas apresentadas de acordo com a IAS 1 devem ser reexpressas para todas as subvencoes de Instrumentos de capital proprio aos quais sao aplicados os requisitos da IFRS 2. O ajuste para refletir essa alteracao e apresentado no saldo de abertura dos lucros acumulados do periodo mais antigo apresentado. A IFRS 2 altera o paragrafo 13 da IFRS 1 Adocao Inicial das Normas Internacionais de Relato Financeiro para adicionar uma isencao para transacoes de pagamentos com base em acoes. A semelhanca das entidades que ja aplicam as IFRS, os adoptantes pela primeira vez terao de aplicar a IFRS 2 para transaccoes de pagamento baseado em accoes a partir de 7 de Novembro de 2002. Adicionalmente, um adoptante pela primeira vez nao e obrigado a aplicar o IFRS 2 aos pagamentos baseados em accoes concedidos A partir de 7 de novembro de 2002, antes de (a) a data de transicao para as IFRS e (b) 1 de janeiro de 2005. Um adotante pela primeira vez podera optar por aplicar a IFRS 2 somente se tiver divulgado publicamente o valor justo da Pagamentos baseados em acoes determinados na data de mensuracao de acordo com a IFRS 2. Diferencas com a Declaracao FASB 123 Revisado em 2004 Em dezembro de 2004, o FASB dos EUA publicou a Declaracao 123 do FASB (revisada em 2004) Pagamento Baseado em Acoes. A Declaracao 123 (R) exige que o custo de remuneracao relativo as transacoes de pagamento com base em acoes seja reconhecido nas demonstracoes financeiras. Clique para o comunicado de imprensa do FASB (PDF 17k). A Deloitte (EUA) publicou um numero especial de seu boletim informativo Heads Up, resumindo os conceitos-chave da Declaracao FASB No. 123 (R). Clique para fazer o download do boletim informativo Heads Up (PDF 292k). Embora a Declaracao 123 (R) seja em grande parte consistente com a IFRS 2, permanecem algumas diferencas, como descrito em um documento da QampA FASB emitido juntamente com a nova Declaracao: Q22. A Declaracao e convergente com as Normas Internacionais de Relato Financeiro A Declaracao e amplamente convergente com a Norma Internacional de Relato Financeiro (IFRS) 2, Pagamento Baseado em Acoes. A Declaracao e a IFRS 2 tem o potencial de diferir em apenas algumas areas. As areas mais significativas sao brevemente descritas abaixo. A IFRS 2 exige o uso do metodo de data de concessao modificada para acordos de pagamento baseado em acoes com nao-funcionarios. Em contrapartida, a Edicao 96-18 exige que as concessoes de opcoes sobre accoes e outros instrumentos de capital proprio a nao empregados sejam mensuradas na primeira (1) data em que for atingido um compromisso de desempenho da contraparte para obter os instrumentos de capital proprio ou (2) A data em que o desempenho das contrapartes estiver completo. O IFRS 2 contem criterios mais rigorosos para determinar se um plano de compra de acoes e compensatorio ou nao. Como resultado, alguns planos de compra de acoes de empregados para os quais a IFRS 2 exige o reconhecimento do custo de remuneracao nao serao considerados para dar origem ao custo de remuneracao sob a Declaracao. A IFRS 2 aplica os mesmos requisitos de mensuracao as opcoes de acoes dos empregados, independentemente de o emissor ser uma entidade publica ou nao publica. A Declaracao exige que uma entidade nao publica contabilize suas opcoes e instrumentos de capital similares com base em seu valor justo, a menos que nao seja praticavel estimar a volatilidade esperada do preco da acao da entidade. Nessa situacao, a entidade deve mensurar suas opcoes de acoes e instrumentos similares a um valor usando a volatilidade historica de um indice de setor da industria apropriado. Em jurisdicoes fiscais como os Estados Unidos, onde o valor temporal das opcoes de acoes geralmente nao e dedutivel para fins tributarios, o IFRS 2 exige que nenhum ativo fiscal diferido seja reconhecido para o custo de remuneracao relacionado a componente de valor de tempo do valor justo de um Adjudicacao. Um ativo fiscal diferido e reconhecido somente se e quando as opcoes de acoes tiverem valor intrinseco que possa ser dedutivel para fins fiscais. Portanto, uma entidade que conceda uma opcao de acoes em dinheiro a um funcionario em troca de servicos nao reconhecera os efeitos tributarios ate que a premiacao seja in-the-money. Em contrapartida, a Demonstracao exige o reconhecimento de um activo por impostos diferidos com base no valor justo de concessao da adjudicacao. Os efeitos das subsequentes reducoes do preco da accao (ou da ausencia de um aumento) nao sao reflectidos na contabilizacao do activo por impostos diferidos ate que o respectivo custo de compensacao seja reconhecido para efeitos fiscais. Os efeitos de aumentos subsequentes que geram excesso de beneficios fiscais sao reconhecidos quando afetam os impostos a pagar. A Declaracao requer uma abordagem de carteira na determinacao de excesso de beneficios fiscais de premiacoes de capital integralizado disponiveis para compensar baixas de ativos fiscais diferidos, enquanto que a IFRS 2 requer uma abordagem de instrumento individual. Assim, algumas anulacoes de activos por impostos diferidos que serao reconhecidas em capital integralizado nos termos da Demonstracao serao reconhecidas na determinacao do lucro liquido de acordo com a IFRS 2. As diferencas entre a Demonstracao e a IFRS 2 poderao ser mais reduzidas no futuro quando o IASB E o FASB consideram se deveriam realizar trabalhos adicionais para convergir ainda mais suas respectivas normas contabeis sobre o pagamento baseado em acoes. Em 29 de marco de 2005, o pessoal da Comissao de Valores Mobiliarios dos Estados Unidos publicou o Boletim de Contabilidade 107, que trata de avaliacoes e outras questoes contabeis para acordos de pagamento baseado em acoes por companhias abertas de acordo com a Declaracao FASB 123R Baseada em Acoes Pagamento. Para as empresas abertas, as avaliacoes sob a Declaracao 123R sao semelhantes as da IFRS 2 Pagamento Baseado em Acoes. O SAB 107 fornece orientacao relacionada a transacoes de pagamentos baseados em acoes com nao-empregados, transicao de status nao publico para estatuto de entidade publica, metodos de avaliacao (incluindo pressupostos como volatilidade esperada e prazo esperado), contabilizacao de certos instrumentos financeiros resgataveis ??emitidos no ambito do pagamento baseado em acoes A classificacao da despesa de compensacao, as medidas financeiras nao-GAAP, a adocao pela primeira vez da Declaracao 123R em um periodo intercalar, a capitalizacao dos custos de remuneracao relacionados a acordos de pagamento com base em acoes, a contabilizacao dos efeitos fiscais dos acordos de pagamento baseado em acoes Na adocao da Declaracao 123R, na modificacao das opcoes de acoes dos empregados antes da adocao da Declaracao 123R e nas divulgacoes na Analise e Discussao de Administracao (MDampA) apos a adocao da Declaracao 123R. Uma das interpretacoes no SAB 107 e se existem diferencas entre a Declaracao 123R e a IFRS 2 que resultariam em um item de conciliacao: Pergunta: O pessoal acredita haver diferencas nas provisoes de mensuracao para acordos de pagamento baseado em acoes com funcionarios sob Contabilidade Internacional Standards Board Norma Internacional de Relato Financeiro 2, Pagamento Baseado em Accoes (IFRS 2) e Declaracao 123R que resultaria num item de reconciliacao sob o Item 17 ou 18 do Formulario 20-F Resposta Interpretativa: O pessoal acredita que a aplicacao da orientacao fornecida pelo IFRS 2 sobre a mensuracao de opcoes de acoes de empregados resultaria, geralmente, em uma mensuracao de valor justo consistente com o objetivo de valor justo estabelecido na Demonstracao 123R. Consequentemente, o pessoal acredita que a aplicacao das orientacoes de medicao da Instrucao 123R nao resultaria geralmente em um item de reconciliacao que devesse ser reportado sob o Item 17 ou 18 do Formulario 20-F para um emissor privado estrangeiro que cumpriu com as disposicoes da IFRS 2 para acoes Com operacoes de pagamento com base em empregados. No entanto, o pessoal lembra aos emissores privados estrangeiros que existem algumas diferencas entre as orientacoes do IFRS 2 e do Statement 123R que podem resultar na conciliacao de itens. Notas de rodape omitidas Clique para baixar: Marco de 2005: Bear, Stearns Estudo sobre o Impacto de Expensar Opcoes de Acoes nos Estados Unidos Se as empresas publicas americanas tivessem sido obrigadas a gastar opcoes de acoes de funcionarios em 2004, conforme exigido pelo FASB Statement 123R Pagamento Baseado em Acoes A partir do terceiro trimestre de 2005: o lucro liquido pos-imposto de 2004 das operacoes da SampP 500 teria sido reduzido em 5 e o lucro liquido de 2004 das operacoes continuas da Nasdaq 100 teria sido reduzido em 22. Esses Sao as principais conclusoes de um estudo conduzido pelo grupo Equity Research da Bear, Stearns amp Co., Inc. O objetivo do estudo e ajudar os investidores a avaliar o impacto que as opcoes de acoes dos empregados em despesas terao sobre os ganhos de 2005 das empresas publicas dos EUA. A analise da Bear, Stearns baseou-se nas divulgacoes de opcoes de acoes de 2004 nas 10Ks mais recentes de empresas que eram SampP 500 e NASDAQ 100 constituintes em 31 de dezembro de 2004. As exposicoes ao estudo apresentam os resultados por empresa, por setor e por industria. Os visitantes do IAS Plus provavelmente encontrarao o estudo de interesse porque os requisitos do FAS 123R para empresas publicas sao muito semelhantes aos do IFRS 2. Agradecemos a Bear, Stearns por nos dar permissao para publicar o estudo sobre o IAS Plus. O relatorio permanece direitos autorais Bear, Stears amp Co., Inc. todos os direitos reservados. Clique para download 2004 Earnings Impact of Stock Options no SampP 500 amp NASDAQ 100 ganhos (PDF 486k). Novembro de 2005: Amostra Padrao Poors Estudo sobre o Impacto das Opcoes de Stock Expending Em Novembro de 2005 o Standard amp Poors publicou um relatorio do impacto das opcoes de stock de despesas sobre as empresas SampP 500. O FAS 123 (R) exige a despesa de opcoes de acoes (obrigatorio para a maioria dos registrantes da SEC em 2006). O IFRS 2 e quase identico ao FAS 123 (R). SampP encontrou: A despesa da opcao reduzira o salario de SampP 500 por 4.2. As tecnologias de informacao sao as mais afectadas, reduzindo os ganhos em 18. Os racios P ??/ E para todos os sectores serao aumentados, mas permanecerao abaixo das medias historicas. O impacto da opcao de despesa no Standard amp Poors 500 sera notavel, mas em um ambiente de lucro recorde, margens elevadas e historicamente baixos racios operacionais de preco para lucro, o indice esta em sua melhor posicao em decadas para absorver a despesa adicional . SampP tem problema com as empresas que tentam enfatizar os lucros antes de deduzir a despesa de opcoes de acoes e com os analistas que ignoram despesa expensing. O relatorio enfatiza que: Amperes Standard Poors incluira e relatara a despesa de opcao em todos os seus valores de lucros, em todas as suas linhas de negocios. Isso inclui Operacional, Como Relatado e Nucleo, e se aplica ao seu trabalho analitico nos Indices SampP Domesticos, Relatorios de Acoes, bem como suas estimativas a prazo. It includes all of its electronic products. The investment community benefits when it has clear and consistent information and analyses. A consistent earnings methodology that builds on accepted accounting standards and procedures is a vital component of investing. By supporting this definition, Standard amp Poors is contributing to a more reliable investment environment. The current debate as to the presentation by companies of earnings that exclude option expense, generally being referred to as non-GAAP earnings, speaks to the heart of corporate governance. Additionally, many equity analysts are being encouraged to base their estimates on non-GAAP earnings. While we do not expect a repeat of the EBBS (Earnings Before Bad Stuff) pro-forma earnings of 2001, the ability to compare issues and sectors depends on an accepted set of accounting rules observed by all. In order to make informed investment decisions, the investing community requires data that conform to accepted accounting procedures. Of even more concern is the impact that such alternative presentation and calculations could have on the reduced level of faith and trust investors put into company reporting. The corporate governance events of the last two-years have eroded the trust of many investors, trust that will take years to earn back. In an era of instant access and carefully scripted investor releases, trust is now a major issue. January 2008: Amendment of IFRS 2 to clarify vesting conditions and cancellations On 17 January 2008, the IASB published final amendments to IFRS 2 Share-based Payment to clarify the terms vesting conditions and cancellations as follows: Vesting conditions are service conditions and performance conditions only. Other features of a share-based payment are not vesting conditions. Under IFRS 2, features of a share-based payment that are not vesting conditions should be included in the grant date fair value of the share-based payment. The fair value also includes market-related vesting conditions. All cancellations, whether by the entity or by other parties, should receive the same accounting treatment. Under IFRS 2, a cancellation of equity instruments is accounted for as an acceleration of the vesting period. Therefore any amount unrecognised that would otherwise have been charged is recognised immediately. Any payments made with the cancellation (up to the fair value of the equity instruments) is accounted for as the repurchase of an equity interest. Any payment in excess of the fair value of the equity instruments granted is recognised as an expense. The Board had proposed the amendment in an exposure draft on 2 February 2006. The amendment is effective for annual periods beginning on or after 1 January 2009, with earlier application permitted. Deloitte has published a Special Edition of our IAS Plus Newsletter explaining the amendments to IFRS 2 for vesting conditions and cancellations (PDF 126k). June 2009: IASB amends IFRS 2 for group cash-settled share-based payment transactions, withdraws IFRICs 8 and 11 On 18 June 2009, the IASB issued amendments to IFRS 2 Share-based Payment that clarify the accounting for group cash-settled share-based payment transactions. The amendments clarify how an individual subsidiary in a group should account for some share-based payment arrangements in its own financial statements. In these arrangements, the subsidiary receives goods or services from employees or suppliers but its parent or another entity in the group must pay those suppliers. The amendments make clear that: An entity that receives goods or services in a share-based payment arrangement must account for those goods or services no matter which entity in the group settles the transaction, and no matter whether the transaction is settled in shares or cash. In IFRS 2 a group has the same meaning as in IAS 27 Consolidated and Separate Financial Statements . that is, it includes only a parent and its subsidiaries. The amendments to IFRS 2 also incorporate guidance previously included in IFRIC 8 Scope of IFRS 2 and IFRIC 11 IFRS 2Group and Treasury Share Transactions . As a result, the IASB has withdrawn IFRIC 8 and IFRIC 11. The amendments are effective for annual periods beginning on or after 1 January 2010 and must be applied retrospectively. Earlier application is permitted. Click for IASB press release (PDF 103k). June 2016: IASB clarifies the classification and measurement of share-based payment transactions On 20 June 2016, the International Accounting Standards Board (IASB) published final amendments to IFRS 2 that clarify the classification and measurement of share-based payment transactions: Accounting for cash-settled share-based payment transactions that include a performance condition Until now, IFRS 2 contained no guidance on how vesting conditions affect the fair value of liabilities for cash-settled share-based payments. IASB has now added guidance that introduces accounting requirements for cash-settled share-based payments that follows the same approach as used for equity-settled share-based payments. Classification of share-based payment transactions with net settlement features IASB has introduced an exception into IFRS 2 so that a share-based payment where the entity settles the share-based payment arrangement net is classified as equity-settled in its entirety provided the share-based payment would have been classified as equity-settled had it not included the net settlement feature. Accounting for modifications of share-based payment transactions from cash-settled to equity-settled Until now, IFRS 2 did not specifically address situations where a cash-settled share-based payment changes to an equity-settled share-based payment because of modifications of the terms and conditions. The IASB has intoduced the following clarifications: On such modifications, the original liability recognised in respect of the cash-settled share-based payment is derecognised and the equity-settled share-based payment is recognised at the modification date fair value to the extent services have been rendered up to the modification date. Any difference between the carrying amount of the liability as at the modification date and the amount recognised in equity at the same date would be recognised in profit and loss immediately. Material on this website is 2016 Deloitte Global Services Limited, or a member firm of Deloitte Touche Tohmatsu Limited, or one of their related entities. Consulte Legal para obter direitos de autor adicionais e outras informacoes legais. A Deloitte refere-se a uma ou mais das empresas Deloitte Touche Tohmatsu Limited, uma empresa privada britanica limitada por garantia (DTTL), sua rede de empresas associadas e suas entidades relacionadas. A DTTL e cada uma das suas empresas-membro sao entidades juridicamente separadas e independentes. A DTTL (tambem referida como Deloitte Global) nao presta servicos aos clientes. Consulte www. deloitte/about para obter uma descricao mais detalhada da DTTL e das empresas associadas. Lista de correcoes para hifenizacao Estas palavras servem como excecoes. Uma vez inseridos, eles so sao hifenizados nos pontos de hifenizacao especificados. Each word should be on a separate line. Employee Stock Options IFRS 2 and Topic 718 (FAS 123R) An overview of the financial accounting standards for companies that issue share-based payments such as employee stock options (ESOs) or share appreciation rights (SARs) are outlined below. Each overview contains a short description of the accounting regulation as it applies to valuation only. It does not specify the required methods for share-based payments, nor how taxes are treated. For a more complete and detailed description of each standard, it is recommended to visit the respective issuers website. Topic 718 (FAS 123R) Topic 718 Stock Compensation International Accounting Standards Board (IASB) Financial Accounting Standards Board (FASB) IFRS 2 requires that all share-based payments be recognised as an expense, at fair value measurement unless, for equity-settled transactions, that fair value cannot be estimated reliably. IFRS 2 encompasses the issuance of shares, or rights to shares, in return for services and goods. Examples include share appreciation rights, employee share purchase plans, etc. Topic 718 mandates that all entities recognize the cost of employee stock options (ESOs) in their financial statements at fair value measurement. The same applies to other share-based payment awards in the form of options, shares, and share appreciation rights (SARs) granted to employees. The statement permits entities to use any option-pricing model but prefers lattice models. How FINCAD can help FINCAD solutions contain various option-pricing models including Black-Scholes, lattice, and Hull-White basic and advanced models for valuing employee stock options. The Excel solutions also contain complete ESO workbooks. Applicable FINCAD solutions: Request a free demo of one of the above solutions We hope that this information will assist you, but it should not be used or relied upon as a substitute for your own independent research. For a more comprehensive view of the standards/requirements, please visit the respective issuers website. IFRS 2 About IFRS 2 The principle of IFRS 2 is where an entity recognizes an expense for goods or services with the credit entry recognized as a liability. IFRS 2 is one of the most challenging accounting standards, as it involves complex valuation issues. This standard was introduced in February 2004 and prescribes the measurement and recognition for all share based payment awards. IFRS2 applies to transactions between employees and third parties, whether settled in cash or in equity instruments. The standard requires entities to recognize all share-based payment awards based on fair value, when the goods and services are received, which is determined at the grant date for share-based payments issued to employees. As share-based payment awards have become a larger component of employee and executive compensation, standard setters came to believe that share based payment awards are an integral component of a total compensation packet. As such, it was concluded that an entity should recognize an expense for shares based payments, just as it does for cash compensation. Under the grant date model used in IFRS2, an entity measures the fair value of a share-based payment award issued to an employee at the grant date. The entity does not adjust the fair value afterwards, regardless of non appreciation or forfeiture, unless there is a modification in the award. This can result in an entity taking expense even if there is no value to the employee. This more conservative approach is a much preferred and compliant one in comparison to prior to the introduction of the standard, where no expense was recognized on awards with value to the employee. IFRS 2 Reporting Suite IFRS 2 Tranche Level Valuation Our Black Scholes model values all grants amp awards at the tranche level so that valuations can be setup to meet exact IFRS2 requirements for our clients. IFRS 2 Disclosure Reporting Access all of your complex disclosure figures for quarterly and end of year submissions from our detailed disclosure reporting entries. IFRS 2 Fair Value Reporting Generate our fair value reports in multiple formats. We have comprehensive reporting for all Black Scholes inputs as well as detailed processed and non processed fair value reports. IFRS 2 Deferred Tax Reports Measure Deferred Tax Assets based on amount for which deduction is expected Re-measure deferred tax asset based on share price (intrinsic value) at each reporting date When intrinsic value at settlement is less than grant-date fair value, cumulative tax benefit recognized is based on intrinsic value. IFRS 2 Expense Accurals Our Expense Accrual Reporting allows you to generate expense accrual reports by entity, subsidiary, department, section and many more participant level fields. Get your Final 28 expense accrual breakdowns in the format you want with our expense reporting with the capability to apply performance factors where required and a full audit trail leading back to the original valuations. IFRS 2 Fair Earnings Per Share Ensure that your entities can disclose earnings per share by calculating and disclosing earnings per share in accordance with the IFRS Standard. The range of EPS amp Common Equivalent Reporting available facilitate this delivery. Differences in the treatment of compensatory stock options under IFRS 2 compared to ASC 718 The differences will impact a companys reported earnings, effective tax rate and cash flows when adopting IFRS. As under ASC 718, IFRS requires a company to record an expense for employee stock option awards based upon the fair value of the stock option at the grant date. Tax benefits reported under IFRS, however, are based upon the estimated future tax deduction at the reporting date. In most jurisdictions, the tax deduction would be based on the intrinsic value of the stock option at exercise, i. e. the stock value in excess of the option exercise price. Consequently, for stock options granted with an exercise price that equals (or exceeds) the fair market value of the shares no deferred tax asset is recognized under IFRS at the time of the grant because no inherent tax deduction is present in the award at that time. Tax benefits are only recorded as, and to the extent, the stock price rises. Typically, this will trail, often by a considerable length of time, the recorded compensation expense. Companies that adopt IFRS will thus often have greater reductions to after-tax earnings for stock option awards prior to the time the award settles than they would have under ASC 718. In addition, there will be volatility in the effective tax rate and deferred tax accounts over the life of the stock options due to the stock price movements in each reporting period. Furthermore, under IFRS, these impacts will be reported in the operating section of the statement of reported cash flows. Under IFRS, the tax effect of any excess in the estimated tax deduction over the recorded compensation expense is credited (subject to a recognition test) to equity and recorded as a deferred tax asset. Under ASC 718, only the excess tax benefit recognized at the time of exercise is credited to equity (adjusted paid-in capital, or APIC). This could result in significantly different impacts on equity and deferred tax accounts during the life of the stock option. Conversely, if either the estimated or final tax deduction is less than the recorded compensation expense under IFRS, the tax benefit shortfall is charged to equity only to the extent that a tax benefit for that individual stock option award has already been credited to equity. IFRS does not apply the ASC 718 concept of an APIC pool (also known as a windfall pool), which enables tax benefit shortfalls to be offset against aggregated prior windfalls. Services amp Support Having access to our software to automate your reporting is one thing, but Global Shares go beyond that when it comes to creating impeccable financial reports. Our specialist team will help implement your historic data as well as providing guidance and solutions on how to utilize the software best going forward. See our IFRS 2 reporting software in action. Request a quick demo. If you are logged in. your referral link is automatically included below. EMBED CODE (Copy and Paste) BENEFITS OF DOCUMENT Detailed understanding of what is and is not IFRS 2 Step by step guide to how you should undertake fair valuation and the inputs required for the same along with their formula Understanding of how the valuation methodology changes for different types of share based payments SlideKraft Studio is please to present you with a comprehensive manual / guide to undertaking stock options valuation using the IFRS 2 accounting principles. In this document we cover areas such as - Overview of the different types of long term incentives Scope of IFRS 2 Impact of IFRS 2 on the reward philosophy of the organization - Performance Measures 40Market v/s Non Market) - Equity Settled Award - Cash Settled Award - Share based payments with cash alternatives Measurement Principles and factors affecting the fair value measurement of SBPs - Identification of the grant date - Vesting Period - Grant date share price, exercise price, expected life of the option, dividend yield, - risk free rate - Other elements which impact measurement Understanding the valuation models 40high level) - Black Scholes Model - Binomial Model - Monte Carlo Simulations Model Treatment under IFRS 2 of commonly used Long Term Incentive Vehicles - ESOPs - SARs - Performance Shares - Performance Units - Restricted Stock - Restricted Stock Units Impact of IFRS 2 on incentive Design - Changes in plans post IFRS 2 - Use of shares v/s options - Incentive performance measures Modification, cancellation and settlement of awards Got a question about the product Email us at supportflevy or ask the author directly by using the form to the right. If you cannot view the preview above this document description, go here to view the large preview instead. Source: Comprehensive Guide to Stock Option Valuation Using IFRS 2 PowerPoint document Comprehensive Guide to Stock Option Valuation Using IFRS 2